naquela região os rios eram profundos e precipios eram passados por pontes, finas caiam nas tempestades e ventos fortes.
-Mestre, vamos morrer?!!
-Provavelmente
A chuva subia o vale abaixo; os ventos se aproximavam rapidamente sacudindo a ponte como uma linha. -todos se agarraram. Animais e desavisados voaram no vale profundo. Os viajantes foram atingidos por brasas de um morto, caindo na vegetação abaixo. Muito feridos , um cego o outro manco,levantaram-se e subiram o desfiladeiro.
-Mestre, precisas de mim?
- Como nunca antes precisei, meus olhos estão perdidos! Demorará demais a voltar a ver!
-Mestre, o que é preciso é curar as feridas.
Caminhando foram e direção ao abismo atravessar outra ponte.
-Vamos me leve a água, me lave os olhos!
-Mestre, seus olhos voltarão ao tempo deles!-Vamos a Mirna, ler as entranhas de Gaia. -
-Vamos a Cidade de Marfim!-Anos passam, dias, e aquele desejo não passa! Tome agora o seu Dote! 30 moedas de prata! Compre a beleza!
As moedas compraram a caravana que ia a Cidade de Marfim e toda a sua mercadoria. A caravana perdeu-se numa tempestade de areia, o vento os levou ao labirinto do deserto, sobreviveram por 10 dias..
-Mestre coma!
-Não consigo, morrei aqui no deserto!
Não havia mais água, Um cavalo não aguentou e caiu morto exausto pela sede. O outro deitou e repousou a cabeça no solo morrendo em seguida. O cego sentou cruzando a pernas e cobriu pela ultima vez a cabeça. O vento voltou forte arrastou os cavalos, o mestre voou em posição de lótus e o aprendiz caiu num poço cheio de água.
-Vamos ande mendigo! vá ao poço curar teus olhos!-disse o uma voz estranha.
-Onde é o poço?
-Viresse e vá direto.É sempre em frente.
O cego chegou a praça do poço e todos ouviam um profeta. aproximou-se e o profeta virou, viu o que o cego sofria, cuspiu no chão e tratou dos olhos. Curado caminhou em direção a estrada.
O sol fora tão forte que quando os viajantes passam lá esta o mestre sentado
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