obrigado a vcs por tudo
mas
meu presente
é duro
não reservo mais nada
apenas ar, água e vida
A depressão é necessária?
A morte pode ser uma saída?
Romantismo de seres afetados que não tem o que fazer?
Fazer o quê?
Egoísmo ao extremo,
dar fim a algo que dá sentido pra tudo,
até para o que não tem sentido?
Hoje,
descobri que me tornei algo melhor.
Morri.
Morri para vc, pra todos....
para vcs,
estou morto,
vivo e morto
ao mesmo tempo
mortinho,
sou o melhor cadáver
que conheço,
pois tomei consciência disso
no inicio
de meu inferno astral
hades, amom, cramunhão
...como eles,
trafego no submundo
Tornei-me imortal
A carne não alterou o sabor
A pele continua perfeita
A morte vem do passado...
...do escuro
...da mentira
...de vcs que dançam
...com ela todos os dias
e não escondem seus fios de prata de suas trevas tão causticantes
A morte não mais me atinge
sua foice não mais me encosta,
ela, eu prendi no espelho,
na dor e no calendário
segunda-feira, julho 21, 2008
Não quero conversar com ninguém,
Caminho em direção a minha cave,
não sei que força me suga,
não sei por que vou.
no pôr-do-sol me sinto roubado,
minha vida sem sentido, ou razão.
Volto para minha casa,
Não quero conversar com ninguém,
nem olhar pra nada,
tranco-me
com as idéias novas, saudades e um vazio.
Sísifo mostrou-me a minha sina, contudo a pedra é outra,
talvez mais pesada,
pois leva a cada dia minha juventude.
Frente aos desejos divinos da estrutura antiquada da dominação,
nos rostos imundos dos algozes do povo,
apenas cosméticos de luxo.
A cada dia aproximamos mais da derrota de muitos,
da perpetuação da mentira,
do gerundismo e
da hipocrisia.
Caminho,
todo o dia em direção ao sol e ele foge de mim,
deixando apenas a lembrança do calor, do éter e do fim.
Levanto com o sol,
não posso dele usufruir,
Quem sou eu? um verdugo?
Um criminoso com uma sentença sádica?
Um ninguém insignificante?
Cadê?
Cadê eu?
Aonde me cabe estar?
Não!
me dás mentiras?
que te fazem ser um menos pior?
Ou nas mentiras que si esconde numa linda mascara de indiferença?
Hoje, mais do que nunca,
hoje me pergunto sobre o doce cheiro do perfume daquela menina,
ou de um olhar que me gelou a espinha e esquentou o meu sangue.
assusta-me a felicidade dos incautos, ou a grosseria dos dominadores
que só dominam pela mentira, sedução e luxuria.
Olho,
o caminho,
não há raiva, não me cabe ódio, antes odiasse,
pois seria cego
cabe-me a sentença de tudo ver,
e me assustar,
matando-me a cada dia aceitando a loucura de vcs e a locura que vcs constroem,
num monte de mentira
fezes de papel
cadáveres que demorarão anos a apodrecer sobre meu sol renegado.
Hoje,
caminho nas sombras dos mortos,
na cidades dos medos,
na história dos fracos,
no olhar do infinito,
meu quarto é imenso,
pois o vazio esta na alma
não sei que força me suga,
não sei por que vou.
no pôr-do-sol me sinto roubado,
minha vida sem sentido, ou razão.
Volto para minha casa,
Não quero conversar com ninguém,
nem olhar pra nada,
tranco-me
com as idéias novas, saudades e um vazio.
Sísifo mostrou-me a minha sina, contudo a pedra é outra,
talvez mais pesada,
pois leva a cada dia minha juventude.
Frente aos desejos divinos da estrutura antiquada da dominação,
nos rostos imundos dos algozes do povo,
apenas cosméticos de luxo.
A cada dia aproximamos mais da derrota de muitos,
da perpetuação da mentira,
do gerundismo e
da hipocrisia.
Caminho,
todo o dia em direção ao sol e ele foge de mim,
deixando apenas a lembrança do calor, do éter e do fim.
Levanto com o sol,
não posso dele usufruir,
Quem sou eu? um verdugo?
Um criminoso com uma sentença sádica?
Um ninguém insignificante?
Cadê?
Cadê eu?
Aonde me cabe estar?
Não!
me dás mentiras?
que te fazem ser um menos pior?
Ou nas mentiras que si esconde numa linda mascara de indiferença?
Hoje, mais do que nunca,
hoje me pergunto sobre o doce cheiro do perfume daquela menina,
ou de um olhar que me gelou a espinha e esquentou o meu sangue.
assusta-me a felicidade dos incautos, ou a grosseria dos dominadores
que só dominam pela mentira, sedução e luxuria.
Olho,
o caminho,
não há raiva, não me cabe ódio, antes odiasse,
pois seria cego
cabe-me a sentença de tudo ver,
e me assustar,
matando-me a cada dia aceitando a loucura de vcs e a locura que vcs constroem,
num monte de mentira
fezes de papel
cadáveres que demorarão anos a apodrecer sobre meu sol renegado.
Hoje,
caminho nas sombras dos mortos,
na cidades dos medos,
na história dos fracos,
no olhar do infinito,
meu quarto é imenso,
pois o vazio esta na alma
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