sábado, julho 11, 2009

o cú falador

Certa vez, num lugarejo do interior, um homem resolveu começar a fazer com que seu cu falasse. Com movimentos pelvicos e contrações estomacais, ele fazia o controle da saida de gases e conseguia produzir palavras, frases com o cú, palavras carregadas de significado e cheiro.
O tempo passou e o cu começou a pronuniciar monólogos sem autorização de seu possuidor, peidos transformados em conversas autistas em que só cu achava graça. Aquela situação começou a ficar descontrolada havendo momentos em que até o cu chegou a interromper uma seria reunião por discordar de certos detalhes de um projeto.
O dono daquele cu começou a discutir pelas ruas e de longe as pessoas ouviam aquela cena bizarra de um homem falando contra o seu próprio anus, uma situação que beirava o terror para uns e que afastava as pessoas que achavem que o cu daquele homem poderia estar possuido de forças do inferno.
O cu não satisfeito com aquela situação resolveu dar cabo daquela boca que o desafiava diariamente, virou para o seu dono e disse:
- não preciso mais de vc, eu posso comer e cagar, sua boca maldita, agora não será mais nada, apenas carregará dentes.
E assim a promessa virou fato, com o cu comendo e bebendo, se entregando até ao fumo e orgias, beijava outras bocas, ria, fumava, criticava a todos e a boca cada dia diminuia, e acabou por sumir, ficando o rosto do homem apenas com os olhos. Estes eram necessários e o cu não podia dispor deles.
Contudo o cerebro do homem, vendo aquilo tudo, não se conformou e resolveu por um fim naquela tortura de ter que sujeitar a aquele cu, numa atitude desesperada rompeu todos os musculos, tendões, nervos e veias.
Num estalo a cabeça se soltou do corpo, rolou pelo chão.
Num ultimo suspiro o cu gritou um urro desesperado, que para um homem que assitia atonito foi o maior peido que já ouvira.
Moral da História ante de usar a boca como cu, e vice e versa, use o cerebro!

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