Caminho em direção a minha cave,
não sei que força me suga,
não sei por que vou.
no pôr-do-sol me sinto roubado,
minha vida sem sentido, ou razão.
Volto para minha casa,
Não quero conversar com ninguém,
nem olhar pra nada,
tranco-me
com as idéias novas, saudades e um vazio.
Sísifo mostrou-me a minha sina, contudo a pedra é outra,
talvez mais pesada,
pois leva a cada dia minha juventude.
Frente aos desejos divinos da estrutura antiquada da dominação,
nos rostos imundos dos algozes do povo,
apenas cosméticos de luxo.
A cada dia aproximamos mais da derrota de muitos,
da perpetuação da mentira,
do gerundismo e
da hipocrisia.
Caminho,
todo o dia em direção ao sol e ele foge de mim,
deixando apenas a lembrança do calor, do éter e do fim.
Levanto com o sol,
não posso dele usufruir,
Quem sou eu? um verdugo?
Um criminoso com uma sentença sádica?
Um ninguém insignificante?
Cadê?
Cadê eu?
Aonde me cabe estar?
Não!
me dás mentiras?
que te fazem ser um menos pior?
Ou nas mentiras que si esconde numa linda mascara de indiferença?
Hoje, mais do que nunca,
hoje me pergunto sobre o doce cheiro do perfume daquela menina,
ou de um olhar que me gelou a espinha e esquentou o meu sangue.
assusta-me a felicidade dos incautos, ou a grosseria dos dominadores
que só dominam pela mentira, sedução e luxuria.
Olho,
o caminho,
não há raiva, não me cabe ódio, antes odiasse,
pois seria cego
cabe-me a sentença de tudo ver,
e me assustar,
matando-me a cada dia aceitando a loucura de vcs e a locura que vcs constroem,
num monte de mentira
fezes de papel
cadáveres que demorarão anos a apodrecer sobre meu sol renegado.
Hoje,
caminho nas sombras dos mortos,
na cidades dos medos,
na história dos fracos,
no olhar do infinito,
meu quarto é imenso,
pois o vazio esta na alma
não sei que força me suga,
não sei por que vou.
no pôr-do-sol me sinto roubado,
minha vida sem sentido, ou razão.
Volto para minha casa,
Não quero conversar com ninguém,
nem olhar pra nada,
tranco-me
com as idéias novas, saudades e um vazio.
Sísifo mostrou-me a minha sina, contudo a pedra é outra,
talvez mais pesada,
pois leva a cada dia minha juventude.
Frente aos desejos divinos da estrutura antiquada da dominação,
nos rostos imundos dos algozes do povo,
apenas cosméticos de luxo.
A cada dia aproximamos mais da derrota de muitos,
da perpetuação da mentira,
do gerundismo e
da hipocrisia.
Caminho,
todo o dia em direção ao sol e ele foge de mim,
deixando apenas a lembrança do calor, do éter e do fim.
Levanto com o sol,
não posso dele usufruir,
Quem sou eu? um verdugo?
Um criminoso com uma sentença sádica?
Um ninguém insignificante?
Cadê?
Cadê eu?
Aonde me cabe estar?
Não!
me dás mentiras?
que te fazem ser um menos pior?
Ou nas mentiras que si esconde numa linda mascara de indiferença?
Hoje, mais do que nunca,
hoje me pergunto sobre o doce cheiro do perfume daquela menina,
ou de um olhar que me gelou a espinha e esquentou o meu sangue.
assusta-me a felicidade dos incautos, ou a grosseria dos dominadores
que só dominam pela mentira, sedução e luxuria.
Olho,
o caminho,
não há raiva, não me cabe ódio, antes odiasse,
pois seria cego
cabe-me a sentença de tudo ver,
e me assustar,
matando-me a cada dia aceitando a loucura de vcs e a locura que vcs constroem,
num monte de mentira
fezes de papel
cadáveres que demorarão anos a apodrecer sobre meu sol renegado.
Hoje,
caminho nas sombras dos mortos,
na cidades dos medos,
na história dos fracos,
no olhar do infinito,
meu quarto é imenso,
pois o vazio esta na alma
porra, isso ai é seu?? de boa, fantástico, copiei o poema...
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