A cidade esta viva, num ir e vir frenético, ele pulsa e demonstra, pisca o olho ao desavisado,
seu perfume é velho, e o novo cheiro, que sai das novas casas, tem algo de podre.
A aventura urbana, na aventura humana.
Lutas, conspirações, farras, carnavais, silêncio, cachorros, um apito ao longe dissipa a névoa.
As intrigas dos conspirados,
o cheiro das chamines,
a risada ironica do rio,
mostrando suas vergonhas e as nossas imundices a qualquer um.
o gato estava no telhado,
manco foi pelo muro,
vai-e-vem,
irou,
miou.
Que miada!
maritacas loucas,
viram-se,
gritam-se,
amam-se,
olham-se e
não me deixam dormir...
subo e olho o olho da lua
ela me olha
e diz
viu...
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